Clareza operacional como objetivo de trabalho
A Norvik nasceu da observação de que boas empresas perdem tempo e dinheiro em processos que ninguém projetou — apenas acumulou. Nossa missão é mudar isso, um engajamento de cada vez.
← Voltar ao inícioComo a Norvik foi fundada
A Norvik surgiu em Belo Horizonte a partir de uma pergunta simples: por que tantas empresas competentes travam nos próprios processos internos? Não por falta de conhecimento técnico, mas porque as rotinas foram se formando à medida que a empresa cresceu — sem que ninguém parasse para desenhá-las.
Nosso ponto de partida foi o setor de compras e gestão de fornecedores. É ali que o crescimento desordenado aparece primeiro: alçadas de aprovação que nunca foram combinadas por escrito, fornecedores que recebem pedidos de três canais diferentes, pagamentos que travam porque ninguém sabe quem assina.
Com o tempo, percebemos que o mesmo padrão se repetia nas entregas entre departamentos. A área comercial combinava prazos que a operação não sabia. A área financeira aguardava documentos que ninguém havia pedido formalmente. Cada time funcionava bem por dentro; o problema estava nas fronteiras.
Passamos a desenvolver uma abordagem baseada em documentação, não em recomendação verbal. Cada revisão termina com algo escrito que qualquer pessoa pode consultar. Cada redesenho é feito com quem vai operar o processo, não para quem vai apenas ler a apresentação.
Hoje atendemos empresas brasileiras com equipes entre 30 e 400 pessoas que chegaram a um ponto de inflexão: cresceram o suficiente para que os processos informais não sejam mais sustentáveis, mas ainda não têm uma estrutura interna para reorganizá-los.
Trabalhamos com escopo definido, prazo claro e entregáveis escritos. Não fazemos engajamentos abertos. Não vendemos horas avulsas. Cada projeto tem um começo, um fim e critérios de encerramento que o cliente conhece antes de começar.
Nossa sede fica no Savassi, em Belo Horizonte. Atendemos empresas da capital e do interior de Minas presencialmente; para outras regiões, trabalhamos de forma mista.
"Processos funcionam quando a equipe que os opera acredita neles — porque ajudou a desenhá-los."
— Princípio de trabalho da NorvikAs pessoas por trás do trabalho
Especialistas em processos operacionais, compras e facilitação organizacional.
Rafael Braga
Sócio-fundador · Processos OperacionaisRafael passou mais de doze anos em operações industriais e de serviços antes de criar a Norvik. Lidera as revisões de fluxo e os redesenhos de compras, com foco em documentação que a equipe realmente usa.
Camila Torres
Consultora Sênior · Coordenação OrganizacionalCamila tem formação em administração e especialização em facilitação organizacional. Conduz os Programas de Coordenação Interdepartamental, com experiência em empresas de médio porte nos setores de distribuição e saúde.
Lucas Menezes
Consultor · Compras e FornecedoresLucas trabalhou por oito anos em gestão de compras em empresas do setor alimentício e de construção civil. Na Norvik, apoia os Redesenhos de Processo de Compras com atenção especial às rotinas de avaliação de fornecedores.
Como conduzimos cada engajamento
Nossos padrões não são certificações na parede — são práticas que aplicamos em cada projeto, independentemente do tamanho ou setor do cliente.
Escopo escrito antes de começar
Todo engajamento começa com um documento de escopo assinado pelas duas partes. Ele define o que está e o que não está incluído, evitando expansões não combinadas.
Confidencialidade desde o início
Assinamos acordo de confidencialidade antes da primeira reunião de diagnóstico. As informações do cliente não são compartilhadas com terceiros e os documentos pertencem ao cliente ao fim do projeto.
Devolutiva estruturada
Cada entregável é apresentado em sessão dedicada, não apenas enviado por e-mail. Isso garante que o cliente entenda os achados e possa fazer perguntas antes de receber a versão final.
Validação com quem opera
Nenhum mapa de processo é finalizado sem a validação das pessoas que realizam as etapas. Isso elimina omissões e aumenta a adesão ao redesenho.
Critérios de encerramento definidos
O projeto termina quando os entregáveis acordados são entregues e aceitos — não quando o consultor decide que o trabalho está completo. O cliente define os critérios de aceitação desde o início.
Revisões pós-implantação
Nos engajamentos de redesenho e coordenação, incluímos sessões de revisão após a implantação. Isso permite ajustes baseados em como o processo se comporta na prática, não apenas no papel.
O que orienta o trabalho da Norvik
A Norvik atua em três áreas práticas da gestão operacional: revisão de fluxos de fornecedores, redesenho de processos de compras e coordenação entre departamentos. Em todas elas, a base é a mesma: entender o que existe antes de propor qualquer mudança, e construir soluções com as pessoas que vão operá-las.
Nosso trabalho não parte de frameworks genéricos aplicados de cima para baixo. Cada engajamento começa com entrevistas, mapeamento do que realmente acontece e identificação dos pontos onde o fluxo trava. Só então, com esse material em mãos, desenhamos a proposta de melhoria.
Acreditamos que clareza operacional não é um estado permanente — é algo que precisa ser mantido à medida que a empresa cresce e muda. Por isso, nossos entregáveis são documentos que a equipe pode atualizar, não relatórios que ficam guardados.
Para empresas mineiras e brasileiras com bases de fornecedores em expansão, times que passam por rotatividade e rotinas que nunca foram formalizadas, esse tipo de trabalho tem impacto direto: menos retrabalho, menos aprovações travadas e menos tempo perdido em ambiguidades que poderiam estar resolvidas num documento de uma página.
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